Papel é um dos materiais mais fáceis de ser reciclado e é produzido a partir de matéria prima renovável. Contudo, para a produção em massa desse material, são plantadas monoculturas que acidificam o solo e provocam perda de diversidade. Além disso, o branqueamento é feito com absurda quantidade de água e alvejantes químicos que contaminam cursos d'água, mesmo com intenso tratamento.

 

Coletamos papel de empresas, escolas, escritórios, consultórios e residências. Tal papel é então triturado e transformado em polpa para formar novas folhas, prontas para uma infinidade de usos. 

Antes de manufaturar o papel, separamos aquelas folhas que ainda poderiam ser usadas, transformando-as em novos produtos. Esse processo é chamado de UPCYCLING.

Para compensar o impacto já causado por esse resíduo e sequestrar o carbono emitido na produção a partir de celulose virgem, plantamos 1 árvore a cada 10kg coletados.

1500kg

de papel reciclado

em 4 anos 

150

​árvores plantadas

no mesmo período

Cada brasileiro é responsável pelo corte 1,5 árvores/ano referente a uso de itens de papel.

A cada tonelada de papel reciclado, evitamos o corte

de 17 árvores e o gasto de 28 mil litros de água.

Em um período de 30 anos, a reciclagem de papel tem o potencial de fornecer 0.9 gigatoneladas em redução de emissões de dióxido de carbono.

 

Baseado nos seguinte dados:

(1) Papel reciclado produz cerca de 25% menos de emissões comparado com papel convencional e,

(2) A porcentagem de papel reciclado em uso na produção de ítens tende a crescer de 55% para 75% até 2050 (mundialmente). Ainda que o aumento da reciclagem de papel use mais eletricidade, as emissões relacionadas a colheita e processamento - além da emissão total da linha de produção e manufatura - são maiores para papel usando matéria prima virgem proveniente de florestas.

Observação: Os cálculos de reduções de emissões não incluem sequestro de carbono de árvore vivas que não seriam cortadas na substituição por papel reciclado.